Audiência pública é realizada em Comissão do Senado para falar de alergias alimentares


As alergias alimentares vem ocupando cada vez mais o índice das doenças com maior incidência na população mundial. De acordo com a médica Marta Rodrigues Guidacci - membro da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) -, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais, em Brasília, a enfermidade vem provocando novas reações com maior gravidade e muitos novos casos.

“O número de novos alimentos identificados como aumenta e não existe uma forma de prevenir o seu aparecimento. O único tratamento realmente efetivo até o momento é a restrição completa das proteínas alergênicas, que é uma tarefa difícil, especialmente na faixa pediátrica”, afirmou a médica.

Fernanda Mainier Hack, uma das coordenadoras do Movimento Põe no Rótulo, que reivindica a rotulagem adequada de produtos alimentícios, defendeu uma maior clareza, no tocante às alergias alimentares. Para Fernanda, o assunto deve ser discutido com mais eficácia, inclusive em escolas.

“São muitos os casos de reação alérgica no ambiente escolar, até porque é um ambiente onde as crianças e os adolescentes passam boa parte do tempo. Essas reações alérgicas normalmente acontecem por desconhecimento, porque as escolas não estão preparadas para receber a criança que tem alergia alimentar”, explicou.

Fernanda ainda destacou o sucesso da semana de conscientização em outras federações. De acordo com ela, há vários anos os Estados Unidos, Austrália e Canadá são promovidos este tipo de iniciativa. Ela ainda expôs as experiências isoladas que tem acontecido no Brasil, como em Uberaba (MG) e Campo dos Goytacazes (RJ), que aprovaram a realização de o município possuir uma semana voltava para a atenção sobre as alergias.

Para os participantes da audiência, a Semana Nacional de Conscientização sobre a Alergia Alimentar seria uma forma de disseminar o conhecimento sobre o tema para a sociedade, além de propiciar um maior acolhimento das pessoas alérgicas. Outros aspectos destacados durante a ocasião, foi a dificuldade de adaptação familiar ao problema do paciente.


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